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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Vila Chã...Meus Olhos de Fim-de-Tarde

Estou aqui...mas os olhos de fim-de-tarde continuam naquela lindo mar de fim-de-tarde de Vila Chã, no amanhecer das gaivotas da lota de Vila Chã, nos olhos rasos marítimos mistérios dos meus meninos de Vila Chã.
Este trabalho tão lindo do meu metade-de cara-de vida, de sentidos. Ele sabe que, como lancha em mar alto, a minh'alma balouça naquela terra Para Sempre. Um dos melhores anos da minha vida pessoal e profissional.


quinta-feira, 15 de julho de 2010

MARAMAR...MARAMOR...FINAL FELIZ!

Mar de férias que se aproximam, Mar de mim, Vila Chã de pico cá dentro, para sempre!

(Com Música de Christine Sèvres, Jean Ferrat e Marie Laforet)


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

PODE SER QUE O MAR SE ENTRANHE NELES...

(foto tratada do arquivo da Junta de Freguesia de Vila Chã)

Vila chã é um cantinho de sol e de mar. E o seu lugar mais mágico, a lota dos pescadores.


Apesar das actividades ligadas à pesca artesanal estarem em acelerada via de extinção, os poucos barcos que teimam em resistir ainda se fazem ao mar, mais para fazer o gosto aos seus donos, que sonharam outrora ver os filhos continuar a arte.


Sonhos…


-“Era ver esta praia cheia de barcos e de gente. O mar dava-nos tudo, o sustento, a alegria de viver.” Dizia-me o tio João Cadilho, nos seus 77 anos, enquanto enrolava o cigarro, encostado ao seu, “Pai Herói”.



E ficou ali, a lembrar tempos idos e a contar histórias maravilhosas…


- “Veja os nomes dos nossos barcos. Alguns tiveram mulheres a comandá-los. Não acredita? É verdade. Estes barcos tiveram mulheres arrais. Uma ainda é viva. A tia "Inês da Chula".


- Vá falar com ela, ”inda” está boa de cabeça, vai conta-lhe as histórias que tanto gosta. A si e aos meninos, pode ser que o mar se entranhe neles, quem sabe…



Com muita pena minha e dos meninos, tivemos que nos despedir.


- Talvez queira fazer-se ao mar um dia destes? Se não tiver medo, posso levá-la. Um dia que o mar esteja sereno.



Pois, se bem me conheço… Irei!

"PODE SER QUE O MAR SE ENTRANHE NELES..."

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Só Nas Minhas Mãos...

(foto da minha autoria)

SEM TI

E de súbito desaba o silêncio.
É um silêncio sem ti,
sem álamos,
sem luas.

Só nas minhas mãos

oiço a música das tuas.

Eugénio de Andrade, Coração do Dia

Em honra dos meus meninos, dos marítimos e resistentes pescadores de Vila Chã, do Eugénio de Andrade.
Uma náusea profunda pelo "poder" político que vai deixar morrer a Fundação Eugénio de Andrade, como se pode ler hoje no Jornal Público. Chamem o "La Feira", pode ser que ele salve a fundação, com uma inenarrável versão das "Mãos e os Frutos".