sexta-feira, 11 de outubro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
HISTÓRIA PARA ADORMECER...
Era uma vez um Anjo…
Um Anjo da cor do mar!
Vestido de azul
Com véus feitos de aragem…
Estarei a sonhar?
Era um Anjo…
Um Anjo-do-mar
Que a luz da manhã
Virá apagar…
domingo, 6 de outubro de 2013
“UMA CASA E UM QUINTAL MAIORES QUE O MUNDO”
A semana começou
desenhada a chuva. Mas por aqui sabemos que há coisas que se veem melhor nos
dias de chuva…
E foi a propósito da
história de um pequeno caracol e da sua família, que resolvemos procurar os
mesmos no nosso quintal.
E lá estavam eles! No
canteiro dos agapantos que coitados, já conheceram melhores dias…
Levamos alguns para a
sala para desenhar, claro que os devolveríamos mais tarde ao canteiro.
Só uma caracoleta se
mostrou disposta a colaborar, passeando-se na mesa e por sobre o livro, os
restantes recusaram-se a sair da casca. Pior para eles que não puderam como a Rosita,
(nome com que os meninos batizaram a pequena caracoleta), passear-se nas
páginas do livro e conhecer a história que os meninos adoraram.
E depois de termos
passado a manhã à volta dos caracóis, eis que aparece na sala, UM SAPO!
É verdade que mora um
sapo no nosso quintal, mas também é verdade que não se deixa apanhar… Há sapos
assim, difíceis! E talvez por nos ver tentar sem sucesso apanhar o sapo do
nosso quintal, a Professora Nicole, deixou de presente um sapo do seu quintal
na minha secretária!
E depois de termos
aprendido sobre sapos tudo o que pudemos…
Deixamos o sapo ir à
sua vida.
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Caracóis e Sapos na Prática Pedagógica,
Livros
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Antes de ti...
Antes de ti já eu vivia
mas tu, inesperadamente, vieste
para alagares os meus dias e as minhas noites
com a tua presença premeditada e milenária,
e só depois ouvi as palavras postiças dos falsos
profetas
que não deixaram senão ódios e choros escondidos na
cidade
enchendo as casas e espiando a cada esquina,
murchando as flores e calando o canto dos pássaros,
desbotando o verde das árvores e secando as fontes,
insinuando-se em cada olhar de bicho moribundo
que fita, alheio a tudo, o céu impenetrável e
profundo.
Tomaz Kim
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Tomaz Kim
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