Depois de pintarmos o mar dentro de nós, pintamo-lo no papel. Mergulhamos e ficamos impregnados dele!
Quem disse que não se pode trazer o mar para dentro da sala?!
Blogue de aragem e aroma a maresia...de manhã (entre) tecida pela névoa, de tarde plácida batida pelas ondas, de rugido nocturno do pensamento...
Depois de pintarmos o mar dentro de nós, pintamo-lo no papel. Mergulhamos e ficamos impregnados dele!
Quem disse que não se pode trazer o mar para dentro da sala?!
Os meninos pintando um desenho discutiam sobre que cores usariam para pintar o céu. De longe observava-os, quase que adivinhava de que cor o pintariam.
Azul, muito azul, com um sol imenso a brilhar! O céu dos meninos é sempre assim! Aos meninos, não interessa que o céu seja cor de chumbo de tempestade ou cinza de nevoeiro ou … branco de neve! Se ao entardecer é púrpura e violeta, e no alvorecer alaranjado… Também não precisam procurar nele as cores do arco-íris. Basta-lhes a cada minuto olhá-lo e são tão felizes!
Viu-os pegar no lápis azul e comentar:
- É melhor pegar noutro azul; “Os céus gastam muito lápis”!
