segunda-feira, 21 de novembro de 2016

E SE O SILÊNCIO MORAR AQUI…





No lago

Onde a luz e o vento circulam felizes

Um pássaro tece uma partitura de silêncio

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

domingo, 6 de novembro de 2016

BICHINHOS PEQUENINOS COMO OS MENINOS





Por aqui, já descobrimos há muito tempo as vantagens de brincar muito e ao ar livre!

A desfrutar dos dias maravilhosos de outono e do nosso não menos fantástico recreio, fomos procurar bichinhos tão pequeninos, que precisam de lupa para se ver melhor…

E há os que estão tapadinhos por um cobertor de terra… Talvez os mais friorentos ou que não gostam tanto de sol…

Há ainda os que gostam da sombra de ervas aromáticas e os que adoram fazer lá a cama…

Pelo caminho ainda encontramos uma cabacinha… Sem velhinha!
E arranjamos um projeto com bicho…





segunda-feira, 31 de outubro de 2016

HÁ BRUXAS NO JARDIM…





Será que vi o que vi
Será que vi ou que não…
Será que eram mesmo bruxas?
Ou seria imaginação?!







domingo, 30 de outubro de 2016

PASSEIO DE BARQUINHO






“Rema rema, rema comigo no nosso barquinho, vamos rio acima buscar um beijinho!

Rema, rema, rema comigo em direção ao mar: balança, balança barquinho, e o barquinho vai: Voar!”

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

BIBLIOTECA


  

Biblioteca de Celso, na antiga cidade de Éfeso



A cidade de Éfeso, situada na província Turca de Esmirna, foi capital da província romana da Ásia. Aqui se encontra um dos exemplares de Biblioteca Pública do império romano mais bem conservados.
Mergulhada num vale de silêncio e rodeada de um manto verde, tem esta biblioteca uma história curiosa que descobri depois de ter visitado a cidade…
O nome da Biblioteca está associado a Celso, governador da província romana da Ásia, homem rico e influente, que a mandou construir e encher de Rolos com a sua fortuna pessoal.
Na Biblioteca, foi ainda construído um mausoléu que abrigava um sarcófago onde Celso foi sepultado!
Esta foi sem dúvida, a suprema homenagem prestada pela cidade ao homem dos livros!
Ficar para sempre no meio dos livros, mesmo que escritos no pó da pedra.




BIBLIOTECA

Perfilam-se ao lado da antiga Biblioteca
Como soldados verdes, escoltam-na…
Agora Biblioteca sem livros
Onde o sorriso da mulher-estátua, a quem o tempo ainda não levou a cabeça
Convida a entrar…
Biblioteca sem livros
Mas onde na pedra ficou
Tudo o que importa ler…
Perfiladas como soldados verdes
As árvores guardam a Biblioteca…
Onde o tempo diluiu na pedra os livros