Mãos de afago, mãos de dádiva, mãos de Oceano, mãos marítimas, mãos de maresia, mãos de pescaria, mãos de ternura, mãos poéticas, mãos de Cecília Meireles...ou como não é muito difícil a arte poética no Jardim-de -Infância. Basta somar a Poesia d'ELES, os meus meninos, à "Poesia poética" de belos poemasque são os Poetase, mais com mais só pode dar mais! Apreciem este extraordinário pequeno filme.
Há pessoas que são autênticos guerreiros pese as vicissitudes da vida. Conheço algumas…A Catarina, a Marta , a Paula ,o Quim , a Zé…Pessoas que se esquecem de si e se dão inteiramente aos outros, fazendo assim com que o verdadeiro espírito de Natal seja realidade sempre.
Eles, que ajudam a acalentarem sonhos de meninos a quem outros tiraram quase tudo…
Meninos cuja única herança, são os maus tratos e o esquecimento daqueles em quem mais confiavam. Meninos guerreiros, para quem o sonho de encontrar alguém que os mime e ajude a colorir a vida, nunca morre…que sorriem sempre, como a Belinha , a Sara ,o Filipe, o Leo, e tantos que como seda de aprendizagem de afectos, passaram pela minha vida de Educadora e guardo para sempre no meu coração!
Meninos, que me ensinaram que por mais impossíveis que pareçam os sonhos há um dia em que sempre acontecem. Basta sonhá-los com força. Os meninos Guerreiros feitos Homens nesse poema lindo de Gonzaguinha aqui interpretado por Fagner
Um homem também chora Menina morena Também deseja colo Palavras amenas Precisa de carinho Precisa de ternura Precisa de um abraço Da própria candura
Guerreiros são pessoas São fortes, são frágeis Guerreiros são meninos No fundo do peito Precisam de um descanso Precisam de um remanso Precisam de um sonho Que os tornem perfeitos
É triste ver este homem Guerreiro menino Com a barra de seu tempo Por sobre seus ombros Eu vejo que ele berra Eu vejo que ele sangra A dor que traz no peito Pois ama e ama
Um homem se humilha Se castram seu sonho Seu sonho é sua vida E a vida é trabalho E sem o seu trabalho Um homem não tem honra E sem a sua honra Se morre, se mata Não dá pra ser feliz Não dá pra ser feliz
Como na canção de Jobim...da praia, Teresa sou.
Mulher,Mãe,Educadora de Infância,de criança em campo lavrado,de adolescência em montanha subida, de adulta em cidade emparedada.
Marítima d'alma, quer em vento que se "alevanta", quer em onda mansa que se espraia.