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domingo, 10 de abril de 2011

Montanha Mágica


Eis como os meninos conseguem transformar um simples monte de areia, numa verdadeira... MONTANHA MÁGICA !

domingo, 20 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

DEZEMBRO NO MEU JARDIM...

As actividades de Dezembro no meu Jardim de Infância.


quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Estados do tempo que ficam cá dentro


Hoje a escola estava embrulhada em fumos!
Mas não eram fumos de fogueiras!
Eram bocadinhos de nuvens que fugiram do céu e caíram mesmo em cima da escola. E ela ficou vestida com um vestido de nuvem!


(Registo de uma conversa dos meninos esta semana numa manhã de nevoeiro.)





domingo, 26 de setembro de 2010

História de um dia que começou com nuvens e acabou cheio de sol


Esta é a história de um dia que começou como tantos outros. Tantos outros de sol com algumas nuvens à mistura.

Tinha acabado de chegar à minha escola nova, os meninos também eram todos novos e tão pequeninos, que partia o coração tirá-los do colo das mães.

Ainda mal nos conhecíamos, os pequenos que vinham pela primeira vez à escola olhavam-me expectantes, desconfiados e algo tristes, alguns muito tristes até, por não entenderem bem porque tinham de estar ali com gente que não conheciam de lado nenhum.

Foram poucos os que consegui seduzir com a música que escolhi para começar o dia.

Por mais que os acolhesse no colo e os envolvesse em abraços, não conseguia acabar com a sinfonia de choro e grito… confesso, estava a ser uma manhã difícil!

Ah! Esqueci de dizer, que a minha escola nova não tem mar ao fundo. E isso é muito importante para o que vou contar a seguir!

A escola fica ao lado de uma quinta. Os carneirinhos e as ovelhas e cabras bem como os patos, já me haviam ajudado a ultrapassar outras manhãs igualmente difíceis, mas o que eu nunca imaginei era que nesse dia, um galo viria em meu socorro!

Estávamos então na parte da sinfonia inacabada para choro e grito, lembram-se?

Quando de repente…. Pela porta que dá para o recreio, entra um galo!

Olhos e bocas de espanto os meninos fizeram silêncio por momentos, para logo desatarem a correr atrás do galo. O pobre do animal quando viu uma turma inteira correr na tentativa de o apanhar, fugia sem norte nem sul pela sala, conseguindo encontrar de novo a porta fugiu para o recreio. A perseguição continuou, suponho que na cabeça do galo por momentos deve ter passado a ideia de que iria talvez virar canja para o almoço. Sobretudo quando consegui agarrá-lo e arranquei muitas palmas das mãozinhas dos meninos.

Ao principio parecia assustado, mas depressa percebeu que os meninos só queriam conhecê-lo e fazer-lhe umas festinhas. Combinamos então pô-lo no chão para que o galo pudesse ir à vida dele, antes que tivesse encontrado o lugar por onde entrou, o Rodrigo despediu-se assim:

-Adeus galo Xico, amanhã vou trazer milho para comeres!

O galo olhou para trás como se tivesse aprovado o nome e percebido a mensagem e desapareceu entre a folhagem.

Resta dizer que o dia girou em torno do galo Xico. O galo que escreveu esta história tão simples, mas verdadeira.



quinta-feira, 22 de abril de 2010

A Terra

“A Terra é uma bola azul pendurada no espaço. O espaço é um sítio tão grande e tão alto, que ninguém consegue ver o fim!”
Cristina - 4 anos


quarta-feira, 21 de abril de 2010

A parte de trás do Céu!






As crianças discutiam entre elas, para onde iriam as estrelas do céu durante o dia!

A Cristina foi a primeira a avançar com a resposta:
- De noite estão no céu e de dia vão para o mar!
- Não é nada disso. Disse o Alexandre!
- Elas estão sempre no céu.
- Ai é! Então diz onde é que elas estão!? Voltou a perguntar a Cristina, desta vez dirigindo-se para a janela e levando quase todo o grupo atrás dela.
- Estão atrás das nuvens, escondidas. Disse agora a Sara.
- Mas ali não há nuvens nem estrelas! Quem falava era o Henrique, enquanto apontava um pedaço de céu azul.
- Porque elas estão na parte de trás do céu. É por isso que não conseguimos vê-las. Era a voz do Hugo. Parecia por momentos que a conversa iria terminar ali…
- O céu não tem nenhuma parte de trás! Disse convicta a Luana.
- Tem, tem! É a parte que não se vê! Dizia de novo o Hugo.
Mas a Cristina insistia:
- Elas de dia, gostam de nadar no mar. Não te lembras? Quando fomos à praia estavam montes de estrelas no mar! Depois quando fica noite, elas sobem para o céu!
O grupo estava dividido! Para onde iriam realmente as estrelas?
Claro, tentaram que fosse eu a dar-lhes a resposta. Mas como estou na sala para criar problemas, devolvi a pergunta.
- O quê que acham? As estrelas estão na parte de trás do céu, durante o dia. Ou descem até ao mar, para voltar a subir quando chega a noite.

As crianças continuam sem chegar a acordo.
Por mim, adoro a teoria de que mergulham no mar durante o dia, para voltar ao céu á noite. Eu se fosse estrela, não gostaria de estar sempre no mesmo sítio!
Claro, o Hugo tem direito á sua opinião. E como está convicto dela!
E vocês? O quê que acham?
Ah! Nunca tinham pensado nisso!